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DIETA DAS FRANCESAS...MULHERES FRANCESAS NAO ENGORDÃO?



Adorei este video de LA VIE EN ROSE- EDITH PIAF. A criatividade deles é de se admirar neste video.

Depois de voltar de uns dias na França ou pensar sobre a comida do país, é impossivel não parar pra pensar em como as mulheres de lá conseguem ser tão magras, comendo todas aquelas delicias. Pão, manteiga, queijos, vinhos, crepes, a lista não para…

A França é conhecida pela qualidade e variedade da gastronomia, mas não é um país de obesos. O instigante também é que “malhar” não está entre as predileções dos franceses.
A tradicional alimentação francesa ainda se mantém com três refeições ao dia e três pratos ao jantar e, muitas vezes, com um adicional de queijo antes da sobremesa.


Embora o número de pratos seja maior, o tamanho deles é menor, ou seja, a quantidade de comida é bem reduzida. O
utro segredo é que os franceses cultivam uma certa formalidade e tradição mesmo nas refeições comuns, apesar das modernidades. Nada de comer vendo tevê ou lendo jornal. Nem comer no carro ou no metrô. Muito menos em pé!
Comer para os franceses exige um certo ritual. A arrumação da mesa é tão importante quanto a preparação da comida, pois dispõe a mente para o que será servido e aguça os sentidos.


A influência cultural
Meirelle, aos 18 anos, viveu por um ano nos Estados Unidos, participando de um intercâmbio e voltou gorda. Ao retornar, surpreendeu a todos. Com a ajuda do médico da família e dos pais, recebeu orientação para voltar aos clássicos princípios franceses da gastronomia e para adotar os truques consagrados pelas mulheres locais, que nunca mais abandonou.
Sem dietas radicais e uma vida de vinho, pão e até chocolate, mantém-se esbelta como qualquer francesa, conforme demonstra em suas aparições.
O peso ideal, diz ela, varia nas diferentes épocas da vida. Quem era saudável aos vinte anos, o melhor é manter mais o menos o mesmo peso o resto da vida. Para tornar esta meta possível, oferece alguns conselhos básicos:
-Não fique passiva, nem desanimada quando sua roupa e o espelho indicarem que é hora de fazer um ajuste na alimentação. Anote durante três semanas tudo o que come. Depois identifique e reduza progressivamente os “agressores” (massas, pizzas, doces, etc) que forem mais freqüentes;
- não estoque “agressores” em casa;
- faça uma lista e um estoque de “pacificadores” da fome (iogurte, barra de cereais, frutas), que mais lhe agradam;
- cultive sua própria intuição de “agressores” e de “prazeres” e ajuste cada um aos níveis que lhe convenha, procurando sempre compensar abusos, ou seja, maximizar as recompensas do prazer, minimizando os custos;
- diversifique suas comidas tendo em foco as estações do ano. Aumente a proporção de frutas frescas e legumes;
- experimente novos sabores;
- prepare suas próprias refeições. Desista de comidas prontas, principalmente as que são processadas com qualquer coisa que seja artificial;
- os temperos facilitam a digestão das comidas pesadas e fortalecem a imunidade (tanto as ervas quanto os temperos podem ajudar a diminuir o sal, que causa retenção de água e ganho temporário de peso). Invista no alho poró que é muito nutritivo e diurético;
- tome um bom café da manhã;
- coma devagar e sempre sentada. Aprecie o que está comendo;- nunca sinta fome. A fome é atormentadora e desagradável;

- beba pelo menos mais dois copos de água por dia e sempre mais, quando tiver oportunidade;
- progresso na carreira, casamento e maternidade podem ser fatores de estresse. A melhor defesa é aprender a saborear as pequenas coisas que fazem cada dia ser um milagre, seja o nascer do sol no caminho para o trabalho, um arbusto abrindo em flores ou o sorriso inesperado de um estranho.
As francesas são esbeltas e saudáveis porque compreenderam que são guardiãs do próprio equilíbrio e, quando este escorrega, estabelecem seu próprio plano de correção, baseando-se nas preferências pessoais. Mas, normalmente, elas não deixam uma perda de equilíbrio ficar muito fora de controle...



Prestar atenção ao que se come é fundamental para se apreciar o sabor.
Quem come automaticamente, come mais do que necessita. Come para satisfazer os “demônios” da mente e não às necessidades do estômago ou da degustação.
O prazer da maior parte das comidas está nos primeiros bocados, por isto os franceses raramente repetem um prato. Assim, não transformam em rotina as coisas de que mais gostam.
Eles também não colocam uma refeição inteira no prato. Trocar os pratos não apenas força a pessoa a se concentrar no que está saboreando como também retarda a refeição, favorecendo a digestão e promovendo maior satisfação. “Quanto mais depressa se come, mais se quer comer.


E tudo se resume a uma questão cultural.


OM- clubvipdalulusinha@hotmail.com


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